Discurso de Steve Jobs

Uma verdadeira lição de vida..

Falta de sono e as emoções

Segundo um estudo de cientistas da Escola Médica de Harvard e da Universidade da Califórnia, publicado na revista Current Biology, conseguiram provar neurologicamente por que motivo a falta de sono conduz a um comportamento emocional irracional, com reacções exageradas a experiências negativas.
A privação de sono “desliga” a região do lóbulo pré-frontal, que normalmente mantém as emoções sob controlo, provocando nos centros emocionais do cérebro uma reacção exagerada a experiências negativas, o que parece ser um fenómeno universal: a perda de sono conduz a um comportamento emocional irracional.
Já sabiam que a privação de sono prejudica um enorme conjunto de funções corporais, incluindo o sistema imunitário e de metabolismo e os processos cerebrais de aprendizagem e memória, no entanto, esta é a primeira vez que se prova o papel do sono no governo do estado emocional do nosso cérebro.

Dormir é diferente de “comer sono”, atenção!?!?

Só com chocolate preto…

Cientistas britânicos da Hull York Medical School que realizaram um estudo com dez pacientes e concluíram que, estes, ficaram menos cansados depois de comerem chocolate preto (amargo) com alta concentração de cacau. O coordenador do estudo testou dez pacientes, durante dois meses, que receberam uma dose diária de 45 g de chocolate preto.
A Síndrome da Fadiga Crónica é um estado caracterizado por uma profunda fadiga muscular após esforços físicos e cujos sintomas podem incluir dores de cabeça, memória fraca, dificuldade de concentração, perturbação do sono e irritação.

Para os mais preocupados com dietas, podem comer uma dose diária de chocolate preto, tranquilamente, já que nenhum destes voluntários aumentou de peso.

Dormir pouco (ou muito) é prejudicial à saúde!

Um estudo levado a cabo pela University of Warwick e pela University College London, ambas na Grã-Bretanha, examinou o padrão de sono e as taxas de mortalidade de 10.308 funcionários públicos britânicos.
Os resultados mostram que aqueles que diminuíram as horas de sono de sete para cinco horas, assim como os que aumentaram o período de sono para pelo menos oito horas diárias, duplicaram o risco de sofrer um problema cardiovascular fatal em relação aos que mantiveram uma rotina de dormir sete horas por noite.
Este estudo comprova a importância de dormir o número necessário de horas para manter a boa saúde, advertindo, porém, que a necessidade de sono é diferente de pessoa para pessoa….

Durmam mas é!!

Diz não à pastilha…

Teresa Summavielle, do Instituto Biomolecular e Celular da Universidade do Porto (IBMC), uma das autoras do estudo publicado no Journal of Neuroscience, explicou que o trabalho consiste em verificar os efeitos tóxicos do ecstasy em adolescentes, uma vez que são eles os principais consumidores desta droga.
Dadas as conclusões desta investigação, os autores iniciaram uma campanha de intervenção em escolas do grande Porto intitulada “Põe-te a Milhas das Pastilhas”, que já chegou a dois mil alunos do 9º ano de escolaridade.

Diz não à pastilha…

Teresa Summavielle, do Instituto Biomolecular e Celular da Universidade do Porto (IBMC), uma das autoras do estudo publicado no Journal of Neuroscience, explicou que o trabalho consiste em verificar os efeitos tóxicos do ecstasy em adolescentes, uma vez que são eles os principais consumidores desta droga.
Dadas as conclusões desta investigação, os autores iniciaram uma campanha de intervenção em escolas do grande Porto intitulada “Põe-te a Milhas das Pastilhas”, que já chegou a dois mil alunos do 9º ano de escolaridade.

Corantes aumentam hiperactividade

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Southampton, com o apoio da Food Standards Agency, e publicado na revista médica The Lancet, indica que os corantes e aditivos alimentares aumentam o nível de hiperactividade nas crianças.
Segundo os cientistas, estes aditivos alimentares, agregados à comida para melhorar a sua conservação, gosto e aparência, têm efeitos desfavoráveis não só entre as crianças hiperactivas, mas também entre a população em geral.
A hiperactividade está relacionada a problemas de concentração, atenção e dificuldade de aprendizagem, especialmente envolvendo a leitura.

Corantes aumentam hiperactividade

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Southampton, com o apoio da Food Standards Agency, e publicado na revista médica The Lancet, indica que os corantes e aditivos alimentares aumentam o nível de hiperactividade nas crianças.
Segundo os cientistas, estes aditivos alimentares, agregados à comida para melhorar a sua conservação, gosto e aparência, têm efeitos desfavoráveis não só entre as crianças hiperactivas, mas também entre a população em geral.
A hiperactividade está relacionada a problemas de concentração, atenção e dificuldade de aprendizagem, especialmente envolvendo a leitura.

Bipolaridade…

Segundo estudos publicados no Journal of Biological Psychiatry, os doentes bipolares sofrem perdas de tecido cerebral nas áreas que controlam a memória, o reconhecimento facial e a coordenação. A perturbação bipolar é caracterizada pela alternância entre períodos de depressão e euforia.
Os resultados mostraram que há sempre, ao longo do tempo, perda de uma pequena quantidade de tecido cerebral, o que suporta a ideia de que a função cognitiva está debilitada nos pacientes bipolares de meia idade.
Além da euforia e depressão, a bipolaridade também pode provocar alucinações e aumenta o risco de suicídio.

Bipolaridade…

Segundo estudos publicados no Journal of Biological Psychiatry, os doentes bipolares sofrem perdas de tecido cerebral nas áreas que controlam a memória, o reconhecimento facial e a coordenação. A perturbação bipolar é caracterizada pela alternância entre períodos de depressão e euforia.
Os resultados mostraram que há sempre, ao longo do tempo, perda de uma pequena quantidade de tecido cerebral, o que suporta a ideia de que a função cognitiva está debilitada nos pacientes bipolares de meia idade.
Além da euforia e depressão, a bipolaridade também pode provocar alucinações e aumenta o risco de suicídio.

Afinal é possível apagar as más recordações!

Afinal o cérebro humano é dotado com um mecanismo que permite apagar voluntariamente as recordações traumatizantes, segundo um estudo publicado na revista americana Science.
Os autores deste estudo demonstraram que os indivíduos têm a capacidade de aprender a eliminar selectivamente as más recordações da sua memória
Deixo aqui algumas das frases dos cientistas citadas pelo cientistas:
“pensamos ter descoberto os mecanismos neuronais que explicam este fenómeno e esperamos que … permitam tratar um certo conjunto de perturbações emocionais”

“os resultados deste estudo mostram que o processo de supressão tem origem e intervem sob o controlo das regiões pré-frontais do cérebro”
“os sujeitos puderam controlar a sua memória emocional ao colocarem “em estado de alerta” algumas partes do seu cérebro de forma a não se recordarem de memórias desagradáveis”
“duas zonas do córtex pré-frontal agem para neutralizar a actividade de outras regiões do cérebro como o córtex visual, o hipocampo e a amígdala, que têm um papel importante na memória visual e na emoção”

Mais um estudo americano!?! Ou não?!

Afinal é possível apagar as más recordações!

Afinal o cérebro humano é dotado com um mecanismo que permite apagar voluntariamente as recordações traumatizantes, segundo um estudo publicado na revista americana Science.
Os autores deste estudo demonstraram que os indivíduos têm a capacidade de aprender a eliminar selectivamente as más recordações da sua memória
Deixo aqui algumas das frases dos cientistas citadas pelo cientistas:
“pensamos ter descoberto os mecanismos neuronais que explicam este fenómeno e esperamos que … permitam tratar um certo conjunto de perturbações emocionais”

“os resultados deste estudo mostram que o processo de supressão tem origem e intervem sob o controlo das regiões pré-frontais do cérebro”
“os sujeitos puderam controlar a sua memória emocional ao colocarem “em estado de alerta” algumas partes do seu cérebro de forma a não se recordarem de memórias desagradáveis”
“duas zonas do córtex pré-frontal agem para neutralizar a actividade de outras regiões do cérebro como o córtex visual, o hipocampo e a amígdala, que têm um papel importante na memória visual e na emoção”

Mais um estudo americano!?! Ou não?!

Geração Ritalina

O tema “geração ritalina” (ritalin generation) começa a dar os seus primeiros passos nos EUA com os School Shootings.
A prescrição de medicamentos para tratamento da Perturbação da Hiperactividade com Défice de Atenção (PHDA) aumentou, em todo o mundo, 274%, entre 1993 e 2003. O número de países que começaram a recorrer a este tipo de drogas subiu de 31 para 55 segundo o Health Affairs.
Calcula-se que em Portugal entre seis e oito mil crianças e adolescentes estejam a tomar este tipo de medicação (números de 2006, com base nas vendas). Em 2004, estimava-se que três mil crianças tomassem medicamentos para PHDA, enquanto que em 2003 eram apenas 400. Revista Pais & Filhos.
A PHDA, segundo estudos realizados, é uma perturbação do desenvolvimento infantil com base neurobiológica, na medida em que os lobos frontais, que são responsáveis por funções executivas, tais como a atenção, a capacidade de antecipar consequências e organizar tarefas, apresentam certas alterações.
Publicado em Brain, News. 1 Comentário »

Geração Ritalina

O tema “geração ritalina” (ritalin generation) começa a dar os seus primeiros passos nos EUA com os School Shootings.
A prescrição de medicamentos para tratamento da Perturbação da Hiperactividade com Défice de Atenção (PHDA) aumentou, em todo o mundo, 274%, entre 1993 e 2003. O número de países que começaram a recorrer a este tipo de drogas subiu de 31 para 55 segundo o Health Affairs.
Calcula-se que em Portugal entre seis e oito mil crianças e adolescentes estejam a tomar este tipo de medicação (números de 2006, com base nas vendas). Em 2004, estimava-se que três mil crianças tomassem medicamentos para PHDA, enquanto que em 2003 eram apenas 400. Revista Pais & Filhos.
A PHDA, segundo estudos realizados, é uma perturbação do desenvolvimento infantil com base neurobiológica, na medida em que os lobos frontais, que são responsáveis por funções executivas, tais como a atenção, a capacidade de antecipar consequências e organizar tarefas, apresentam certas alterações.
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Evitar movimentos involuntários

Cientistas britânicos descobriram que as regiões motoras suplementares do cérebro permitem evitar os movimentos involuntários que podemos executar ao reconhecermos pessoas, objectos ou situações familiares, como pegar numa chávena. Até agora sabia-se apenas que as mesmas zonas do córtex cerebral eram responsáveis pelas acções voluntárias após os impactos visuais que chegam à mente humana.
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