É o nome de um italiano, dj/produtor, de 51 anos. Com uma já longa carreira atrás de si resolveu agora lançar uma compilação dos temas mais marcantes que costuma passar, typhoon: portrait of the electronic years. É uma verdadeira passerelle de bom gosto, com ritmo, embalo, cheia de charme latino. Deixo um vídeo, com o tema the megatron man mas deixo o desafio, partam à procura disto, não vão dar o tempo como perdido!
Um homem só é Homem quando planta uma árvore, escreve um livro, tem um filho e vê um concerto do José Cid… Já quase sou Homem!!
É o nome do mais recente projecto de Karin Dreijer, conhecida como vocalista dos The Knife. O som deste novo projecto é mais ou menos parecido com o da banda, embora com menos batidas, mais experimental e com maior enfase para a voz da senhora (confere-lhe assim um ar mais frio, digital), mas com a mesma intimidade e sentimento. Não será muito fácil de ouvir a princípio, mas passadas as primeiras audições sente-se o disco crescer. Fica o vídeo de if i had a heart.
São quatro. Não tenho o prazer de conhecer pessoalmente nenhum deles. A paixão e a forma como sentem o que fazem leva-os a ser, não os melhores do mundo, mas pelo menos a faze-los sentirem-se como isso e, a nós enquanto público, pensar que eles o são. São do porto, ou gaia, ou perto, chamam-se The Jills, e andam aí!
Ao contrário do que se possa pensar não, não é publicidade a nenhuma low-cost! Os Air France vêm da Suécia. Têm um ep (no way down) com apenas seis músicas, mas que ainda assim está a pô-los debaixo dos focos. O som é maioritariamente ambiental, não é música carregada de pormenores. É simples, fresca, tropical. Invariavelmente com uma cadência marcada por uma batida que convida a dançar, ou pelo menos a deslizar de lado para lado, é uma grande companhia para, por exemplo, um início de ano! Fica o vídeo de collapsing at your doorstep, apenas uma amostra do que podem ouvir.