Via Láctea em rota de colisão

Segundo um estudo feito por um grupo de cientistas, a velocidade de rotação da nossa galáxia é agora cerca de 165000 km/h superior à estimada em medições anteriores.

Os resultados indicam que a Via Láctea é 15% mais larga e terá 50% mais massa do que se pensava. A massa maior torna a força da gravidade da Via Láctea superior, sugerindo que colisões com galáxias vizinhas possam acontecer muito antes do que se calculava, ainda assim, dentro de milhares de milhões de anos.
Os cientistas estão a utilizar o VLBA, Very Long Baseline Array, sistema constituido por dez radiotelescópios espalhados pela América do Norte, juntos, permitem um grau de resolução sem precedentes na Astronomia, capaz de produzir imagens extremamente detalhadas, para refazer o mapa da Via Láctea.

Para conhecer melhor o Sol

Trinta mil imagens do Sol encontram-se disponíveis na Internet, através do Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra, e são a base de um projecto pedagógico e científico que permite conhecer melhor o Sol e a sua influência sobre a Terra.
Este projecto foi desenvolvido por uma equipa multidisciplinar a partir das imagens do Sol recolhidas nos últimos 80 anos pelo Observatório de Coimbra, e propõe aos alunos do ensino não superior de todo o país um conjunto de actividades e experiências através da Internet.
O projecto foi financiado pelo Ciência Viva e integra-se no programa da Semana da Ciência e da Tecnologia de 2007 e visa a promoção da ciência em geral, em particular da Astronomia.

http://www.mat.uc.pt/sun4all/index.php

Buraco negro 16 vezes maior que o Sol

Uma equipa internacional de astrónomos descobriu um buraco negro com uma massa 16 vezes maior que o Sol, tornando-se no maior já visto junto a uma estrela massiva e o primeiro conhecido num sistema binário. Num artigo publicado na revista inglesa Nature, a equipa de investigadores, dirigida por Jerome A. Orosz da Universidade de São Diego, nos Estados Unidos, fala sobre este sistema binário, composto por um buraco negro e uma estrela massiva, situada na espiral da Galáxia do Triângulo, a três milhões de anos de luz da Terra.

Vídeo de alta definição…

O satélite japonês Kaguya é o primeiro a registar em vídeo de alta definição o nosso planeta – a Terra (única imagem disponibilizada pela JAXA – agência espacial japonesa – ao lado).
Lançada no passado mês de Setembro e a caminho da Lua, tem por missão estudar composição química do satélite natural da Terra.
A sonda Kaguya é considerada a mais ambiciosa missão lunar desde o programa Apollo (da NASA) e é o primeiro satélite japonês enviado à Lua.

O dia de ontem…

Fez ontem 50 anos que foi lançado o primeiro satélite espacial, o soviético Sputnik, a 4 de Outubro de 1957.
Esta esfera de metal com antenas que transmitiam sinais de rádio, iniciou a exploração espacial soviética.
Mais tarde, 22 dias, os soviéticos lançaram no espaço, o Sputnik 2, maior e mais pesado, levando a bordo a cadela Laika.

Homem em Marte

A NASA (Agência Espacial Norte Americana) ambiciona enviar um astronauta a Marte antes de 2037. Esta revelação foi feita pelo administrador da NASA, Michael Griffin, durante uma conferência.
No passado mês de Agosto, a NASA lançou a Phoenix ao planeta vermelho, para uma missão com a duração de três meses, onde será a primeira a perfurar as regiões árticas do planeta com o intuito de detectar a possibilidade de existência de vida. A sua chegada está prevista para 25 de Maio de 2008.

NASA detecta vapor de água

O telescópio espacial Spitzer (Space Infrared Telescope Facility) da NASA, detectou, num sistema planetário ainda em formação, uma quantidade de vapor de água suficiente para encher cinco vezes os oceanos da Terra.
A NASA, explica que estas são as primeiras observações directas da forma como a água começa a fazer parte dos planetas, inclusivamente dos rochosos, como a Terra.
O vapor de água terá origem numa nuvem central do sistema e cai sobre um disco de poeira estelar que seria o material da formação inicial dos planetas.

NASA detecta vapor de água

O telescópio espacial Spitzer (Space Infrared Telescope Facility) da NASA, detectou, num sistema planetário ainda em formação, uma quantidade de vapor de água suficiente para encher cinco vezes os oceanos da Terra.
A NASA, explica que estas são as primeiras observações directas da forma como a água começa a fazer parte dos planetas, inclusivamente dos rochosos, como a Terra.
O vapor de água terá origem numa nuvem central do sistema e cai sobre um disco de poeira estelar que seria o material da formação inicial dos planetas.

Chuva de estrelas

O céu deverá apresentar na noite de domingo para segunda-feira(de 12 para 13) a partir das 02:00 de segunda-feira, a queda de dezenas de estrelas cadentes por hora. A chuva de meteoros das Perseidas (surgem junto à Constelação de Perseus) acontece todos os anos por volta do dia 12 de Agosto.
Os meteoros são pequenos pedaços rochosos, a maioria menor que uma ervilha, que entram na atmosfera a uma elevada velocidade, em média cerca de 212400 km/h. Aparecem luminosos no céu porque o atrito que causam na atmosfera, devido a esta velocidade, aumenta a sua temperatura até ficarem incandescentes.
No caso das Perseidas, estes pedaços rochosos são restos do cometa Swift-Tuttle, cuja cauda cruza a órbita da Terra.
Publicado em News, Space. Leave a Comment »

Chuva de estrelas

O céu deverá apresentar na noite de domingo para segunda-feira(de 12 para 13) a partir das 02:00 de segunda-feira, a queda de dezenas de estrelas cadentes por hora. A chuva de meteoros das Perseidas (surgem junto à Constelação de Perseus) acontece todos os anos por volta do dia 12 de Agosto.
Os meteoros são pequenos pedaços rochosos, a maioria menor que uma ervilha, que entram na atmosfera a uma elevada velocidade, em média cerca de 212400 km/h. Aparecem luminosos no céu porque o atrito que causam na atmosfera, devido a esta velocidade, aumenta a sua temperatura até ficarem incandescentes.
No caso das Perseidas, estes pedaços rochosos são restos do cometa Swift-Tuttle, cuja cauda cruza a órbita da Terra.
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Descoberta de planeta gigante

Cientistas do Observatório de Lowell (USA) descobriram o maior planeta já visto, uma bola de hidrogénio vinte vezes maior que a Terra, que orbita uma estrela a 1400 anos-luz na Constelação de Hércules. É quase duas vezes maior que Júpiter (o maior planeta do Sistema Solar) e estimam que a temperatura do planeta deve ser de 1260 ºC.
Os cientistas avistaram pela primeira vez o planeta, chamado TrES-4, em meados de 2006.

Haverá vida em Marte?

Mais uma missão da NASA a Marte, com lançamento agendado para a próxima sexta-feira a partir de Cabo Canaveral.
A Phoenix Mars Lander tem o como objectivo tentar descobrir se há ou não vida em Marte. A sonda deverá chegar em Maio de 2008 ao Pólo Norte marciano e a sua missão é analisar o gelo (que encontrar) e tentar descobrir se existem épocas do ano em que o gelo funde e se torna água líquida e, assim, tentar perceber se essa água extraterrestre poderá conter microrganismos.

Haverá vida em Marte?

Mais uma missão da NASA a Marte, com lançamento agendado para a próxima sexta-feira a partir de Cabo Canaveral.
A Phoenix Mars Lander tem o como objectivo tentar descobrir se há ou não vida em Marte. A sonda deverá chegar em Maio de 2008 ao Pólo Norte marciano e a sua missão é analisar o gelo (que encontrar) e tentar descobrir se existem épocas do ano em que o gelo funde e se torna água líquida e, assim, tentar perceber se essa água extraterrestre poderá conter microrganismos.

Tempestades de pó em Marte

De acordo com a NASA, a poeira em suspensão na atmosfera marciana sobre o Opportunity, bloqueia 99 % dos raios solares que são a fonte da sua energia, e a manter-se esta situação, as baterias solares ficarão irremediavelmente afectadas.
A Spirit está numa região menos afectada pelas tempestades de verão marcianas, que varrem o planeta há quase um mês.
Os especialistas da NASA temem que caso estas tempestades continuem por vários dias os robots não resistam.

Tempestades de pó em Marte

De acordo com a NASA, a poeira em suspensão na atmosfera marciana sobre o Opportunity, bloqueia 99 % dos raios solares que são a fonte da sua energia, e a manter-se esta situação, as baterias solares ficarão irremediavelmente afectadas.
A Spirit está numa região menos afectada pelas tempestades de verão marcianas, que varrem o planeta há quase um mês.
Os especialistas da NASA temem que caso estas tempestades continuem por vários dias os robots não resistam.